Em um ano, Temer conseguiu a façanha de só ter aprovação de 8%, enquanto 85% querem que ele saia e sejam convocadas novas eleições. Só isso já mostra o que foi um ano de Temer. Mas assim mesmo, o presidente destacou, em vídeo, nas redes sociais, o que ele chama de “conquistas”.
Destacou a melhora dos indicadores econômicos, como a queda da inflação e da taxa de juros, e o retorno dos investimentos, com a retomada dos leilões na área de infraestrutura. O que Temer esqueceu de avisar que a inflação em queda é em virtude da quebra da economia. Ninguém vende, ninguém compra. Parou tudo! Os indicadores deveriam estacionar em zero.
O presidente também citou as reformas do ensino médio, a aprovação de um teto para os gastos públicos e pediu empenho na aprovação das reformas trabalhista e da Previdência. Argumentou que somente com ajustes na CLT e no sistema previdenciário o emprego voltará a crescer. Mentira pronta! Ele quer aprovar seu projeto pessoal que assumiu com os bancos.
O mote do seu pronunciamento é: “Um ano de coragem, trabalho e avanços”. Outra farsa do marketing. Igual a Dilma e outros do gênero.
Para Temer tudo está avançando, até a economia. Encastelado no Palácio do Jaburu ele vive a fantasia de ser presidente sem enfrentar a realidade de um país em frangalhos.
Tragédia anunciada
Já a população sofre a cada dia mais com o desemprego. É uma tragédia, sustentada pelo jogo de interesses no Congresso, pelo “toma lá, dá cá”, enquanto promove o massacre dos direitos de trabalhadores e aposentados, ao mesmo tempo em que seu ministério se atola em denúncias de corrupção. Não é à toa que a maioria dos brasileiros acha o governo Temer igual ou pior que o de Dilma.
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