Adriana Ancelmo, quando presa, sacou R$ 1,2 milhão de conta bloqueada no Itaú


O Ministério Público Federal (MPF) investiga se a ex-primeira-dama do Rio Adriana Ancelmo movimentou indevidamente bens que estariam bloqueados por medida judicial após sua prisão. Ela foi interrogada nesta quarta-feira (10) e confirmou que resgatou e depositou em sua conta-corrente cerca de R$ 1,2 milhão para pagar despesas pessoais, mas disse que a medida foi considerada legal pelo gerente do banco.

A princípio ela disse ter movimentado R$ 1,2 milhão mas há suspeitas de o valor tenha sido maior.

O procurador Rodrigo Timóteo, que acompanhou a audiência na 7ª Vara Federal Criminal, presidida pelo juiz Marcelo Bretas, disse que vai oficiar o banco Itaú para saber detalhes de como ocorreu a transação.
Ele disse que, dependendo do que for apurado, Adriana pode inclusive deixar a prisão domiciliar e voltar para o Complexo Prisional de Gericinó, em Bangu.
Segundo Adriana, não houve assinatura de procuração. A sua secretária teria falado por telefone com o gerente da conta para baixar o dinheiro da aplicação em previdência privada. Ela disse que foi informado, pelo gerente, de que a operação era possível e que estaria amparada na lei

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