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A maioria dos economistas esperava um quadro ainda difícil para o varejo em março, mas não na intensidade verificada no mês retrasado.

Em março, as vendas no varejo recuaram 1,9% na comparação com fevereiro, a maior queda em 14 anos.

A perda em relação ao mesmo período do ano passado foi de 4%, chegando à 24ª taxa negativa consecutiva nessa base de comparação.
Mesmo em um cenário potencialmente mais favorável, de inflação em queda e juros mais baixos, a avaliação de economistas é que, com o desemprego em alta e o mercado de crédito ainda na lona, o varejo deve seguir sem reação expressiva.

PARA PIOR

Na comparação anual, porém, a percepção é que a revisão da metodologia da pesquisa feita pelo IBGE no início do ano acabou piorando algo que já não vinha bem.
No início do ano, o instituto recalculou os pesos dos setores que compõem a pesquisa mensal do comércio, o que fez com os números de janeiro e fevereiro fossem revisados, mas não toda a série.
“Mudaram a coleta de janeiro e fevereiro, mas não o passado e isso pode ter comprometido parte da qualidade da pesquisa, especialmente a comparação com o mesmo período do ano passado”, diz Luis Afonso Lima, economista da Mapfre Investimentos.

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