JBS-Friboi vai delatar Lula, o rico delinquente


O empresário Joesley Batista, dono da JBS, decidiu avançar nas negociações para um acordo de delação premiada. É o que informa a coluna painel da Folha de S. Paulo.
Pessoas próximas a ele disseram que o empresário está com medo de ser preso. Ele decidiu passar um tempo nos EUA, onde também tem casa.
A última operação deflagrada pela Lava Jato teria deixado Batista um tanto abalado.
Na sexta-feira (DIA 12), dois sócios do grupo, os irmãos Joesley e Wesley Batista, estiveram novamente na mira da PF, desta vez na Operação Bullish (também no DF), que aponta prejuízo aos cofres públicos de R$ 1,2 bilhão, por supostas fraudes em aportes do BNDES.
O que os irmãos deverão entregar aos Policiais Federais são as informações e acordos autorizados com o BNDES para que eles virassem do dia para a noite a maior distribuidora de proteína do mundo.
Provavelmente um aporte de recursos tão grande que foi tomado via BNDES tem que passar obrigatoriamente pelo crivo do presidente da República, naquela época o senhor Lula.
Já se sabe que a operação financeira envolvendo a JBS e o BNDES trouxe um prejuízo da ordem de R$ 700 milhões ao banco social.

Desvio de finalidade

O BNDES não tem como finalidade principal investir em operações de risco. Sua atividade é voltada para o investimento social em educação, empreendedorismo e infraestrutura. Nos últimos 20 anos o banco abandonou esse tipo de incentivo e foi criar uma nova categoria: a dos ricos delinquentes.
Lula era o principal ordenador de despesas do BNDES. A nomeação de Coutinho, presidente do banco na era Lula, era de inteira confiança e responsabilidade do presidente da República.

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